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	<title>Serracima: Associação de Cultura e Educação Ambiental - Cunha, SP &#187; Agroecologia</title>
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	<description>Associação de Cultura e Educação Ambiental</description>
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		<title>Vídeo: Feira de Sementes Crioulas</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Jul 2010 11:08:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agroecologia]]></category>
		<category><![CDATA[Sementes Criolas]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>

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		<description><![CDATA[
Matéria realizada pela TV BAND Vale, exibida em 16/7/2010. Clique para assistir
Cunha deu mais um passo para valorização da agricultura ecológica e familiar. Com apoio da ONG SerrAcima foi realizada a primeira feira de troca de sementes crioulas. Durante o evento, os produtores ainda tiveram palestras sobre agroecologia e aprenderam a manejar formas de cultivo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="430" height="347" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/ufmQMEJSNYo&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="430" height="347" src="http://www.youtube.com/v/ufmQMEJSNYo&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object><br />
Matéria realizada pela TV BAND Vale, exibida em 16/7/2010. <a href="http://www.serracima.org.br/video-feira-de-sementes-crioulas/">Clique para assistir</a></p>
<p>Cunha deu mais um passo para valorização da agricultura ecológica e familiar. Com apoio da <a href="http://www.serracima.org.br">ONG SerrAcima</a> foi realizada a primeira feira de troca de sementes crioulas. Durante o evento, os produtores ainda tiveram palestras sobre agroecologia e aprenderam a manejar formas de cultivo para não agredir o meio ambiente e aumentar a produtividade.</p>
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		<title>I Feira de troca de sementes e mudas crioula/caipiras de Cunha &#8211; SP</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Jul 2010 19:12:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Valdemar Arl</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agroecologia]]></category>
		<category><![CDATA[Sementes Criolas]]></category>

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		<description><![CDATA[Será realizada, em Cunha – SP, no dia 16/07/2010, a 1ª Feira de troca de sementes e mudas crioula/caipiras de Cunha &#8211; SP. O evento é iniciativa da SerrAcima, OSCIP, que há 11 anos contribui na construção de propostas para o desenvolvimento rural sustentável, junto às famílias agricultoras de Cunha, através dos processos de formação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Será realizada, em Cunha – SP, no dia 16/07/2010, a <strong>1ª Feira de troca de sementes e mudas crioula/caipiras de Cunha &#8211; SP</strong>. O evento é iniciativa da <a href="http://www.serracima.org.br">SerrAcima</a>, OSCIP, que há 11 anos contribui na construção de propostas para o desenvolvimento rural sustentável, junto às famílias agricultoras de Cunha, através dos processos de formação e implementação de práticas Agroecológicas de produção, geração de renda e recuperação florestal.</p>
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		<title>PASTEJO ROTATIVO III</title>
		<link>http://www.serracima.org.br/pastejo-rotativo-iii/</link>
		<comments>http://www.serracima.org.br/pastejo-rotativo-iii/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 03 Apr 2010 22:33:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Valdemar Arl</dc:creator>
				<category><![CDATA[Boletins]]></category>
		<category><![CDATA[Práticas agroecológicas]]></category>

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		<description><![CDATA[A recuperação dos solos e diversificação das pastagens são básicas para obter bons resultados.
A diversificação das forrageiras e muito importante para a nutrição adequada dos animais, para o equilíbrio do sistema e melhor desenvolvimento da  pastagem.
O consórcio de leguminosas com gramíneas, tanto no verão como no inverno é uma condição fundamental, nos vários estágios de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_367" class="wp-caption alignnone" style="width: 440px"><img class="size-full wp-image-367" src="http://www.serracima.org.br/wp-content/uploads/2010/04/sobresemeadura-melhoramento-pastagem.JPG" alt="sobre-semeadura-melhoramento-pastagem" width="430" height="323" /><p class="wp-caption-text">sobre-semeadura-melhoramento-pastagem</p></div>
<p>A recuperação dos solos e diversificação das pastagens são básicas para obter bons resultados.<span id="more-366"></span></p>
<p>A diversificação das forrageiras e muito importante para a nutrição adequada dos animais, para o equilíbrio do sistema e melhor desenvolvimento da  pastagem.</p>
<p>O consórcio de leguminosas com gramíneas, tanto no verão como no inverno é uma condição fundamental, nos vários estágios de desenvolvimento das plantas.</p>
<p>As leguminosas aumentam o nível de proteína do pasto, e também fornecem nitrogênio contribuindo no desenvolvimento das gramíneas.</p>
<p>O melhoramento da pastagem pode ser realizado por sobre semeadura, seguida de pastejo e pisoteio e pousio posterior. Isso pode ser realizado com várias espécies, como o trevo branco, azevém e outros.</p>
<p>Algumas espécies, se conseguirem produzir sementes, as mesmas serão ingeridas pelos animais e nascerão nos montes de esterco (trevo, azevém&#8230;).</p>
<p>O amendoim forrageiro pode ser implantado com máquina de plantar milho manual (pica-pau), ou ser transplantado em mudas. Quando na presença de animais, as mudas podem ser plantadas nos montes de esterco, assim os animais não vão pastá-las por um período de tempo suficiente para a sua instalação.</p>
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		<title>PASTEJO ROTATIVO II</title>
		<link>http://www.serracima.org.br/pastejo-rotativo-ii/</link>
		<comments>http://www.serracima.org.br/pastejo-rotativo-ii/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 03 Apr 2010 22:26:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Valdemar Arl</dc:creator>
				<category><![CDATA[Boletins]]></category>
		<category><![CDATA[Práticas agroecológicas]]></category>

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		<description><![CDATA[Para um bom resultado do sistema de pastejo rotativo é necessário observar alguns aspectos básicos, como o repouso da pastagem, ponto de pastejo, quantidade de animais, tempo de pastejo.
Leis universais do pastejo racional rotativo:
1 . Lei do repouso
Para a máxima produtividade do pasto é necessário que tenha condições de armazenar  reservas necessárias para um início [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_363" class="wp-caption alignnone" style="width: 440px"><img class="size-full wp-image-363" src="http://www.serracima.org.br/wp-content/uploads/2010/04/detalhe-piquetes.JPG" alt="detalhe-piquetes" width="430" height="323" /><p class="wp-caption-text">detalhe-piquetes</p></div>
<p>Para um bom resultado do sistema de pastejo rotativo é necessário observar alguns aspectos básicos, como o repouso da pastagem, ponto de pastejo, quantidade de animais, tempo de pastejo.<span id="more-362"></span></p>
<p><strong>Leis universais do pastejo racional rotativo:</strong></p>
<p><strong>1 . </strong><span style="text-decoration: underline">Lei do repouso</span><strong></strong></p>
<p>Para a máxima produtividade do pasto é necessário que tenha condições de armazenar  reservas necessárias para um início de rebrote vigoroso, crescimento máximo para a fase da planta ou época e condições climáticas.</p>
<p>Por isso os tempos de repouso não são iguais durante o ano, havendo períodos de crescimento acelerado e outros de crescimento lento ou quase nulo. Nos períodos mais favoráveis os intervalos entre pastejos variam de 28 a 35 dias.</p>
<p>A determinação do ponto ótimo para o corte e ponto máximo de pastejo requer conhecimento botânico de cada espécie de pasto.</p>
<p>2. <span style="text-decoration: underline">Lei da ocupação</span></p>
<p>O tempo ideal para ocupação de cada piquete é de um dia &#8211; mas pode variar de 1 a 3 dias. É necessário que o ponto máximo de pastejo seja uniforme e realizado no menor tempo possível. Não deve sobrar pasto, mas o rebrote não pode ser imediatamente pastado, pois isso fragiliza a planta.</p>
<p>O tempo de ocupação é regulado pela quantidade de animais e tamanho dos piquetes.</p>
<p>3. <span style="text-decoration: underline">Lei dos rendimentos máximos</span></p>
<p>É necessário ajudar os animais de exigências alimentícias mais elevadas para que possam colher a maior quantidade de pasto e que este seja da melhor qualidade possível. Isso se realiza com a divisão do rebanho em lotes de desnate e repasse, ou seja, primeiro passam os animais de maior necessidade momentânea e depois os demais animais.</p>
<p>4. <span style="text-decoration: underline">Lei dos rendimentos regulares</span></p>
<p>Os rendimentos serão máximos, se a vaca não permanecer por mais de um dia numa mesma parcela, e satisfazer plenamente suas necessidades.</p>
<p>A observação das quatro leis universais do pastoreio racional garante produtividades máximas do pasto e do gado.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>GADO À BASE DE PASTO NO SISTEMA DE PASTEJO ROTATIVO</title>
		<link>http://www.serracima.org.br/gado-a-base-de-pasto-no-sistema-de-pastejo-rotativo/</link>
		<comments>http://www.serracima.org.br/gado-a-base-de-pasto-no-sistema-de-pastejo-rotativo/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 03 Apr 2010 21:35:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Valdemar Arl</dc:creator>
				<category><![CDATA[Boletins]]></category>
		<category><![CDATA[Práticas agroecológicas]]></category>

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		<description><![CDATA[
Na região de a criação de gado é uma atividade presente e importante, mas com baixa produção devido à degradação do solo e das pastagens. Diante disso a Serra Acima vem iniciando várias práticas de recuperação das pastagens e qualificação do manejo através do pastejo rotativo.
A criação a base de pasto tem aumentado a estabilidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="mceTemp"><img class="alignnone size-full wp-image-359" src="http://www.serracima.org.br/wp-content/uploads/2010/04/construcao-piquetes-para-pastejo-rotativo.JPG" alt="construcao-piquetes-para-pastejo-rotativo" width="430" height="323" /></div>
<p>Na região de a criação de gado é uma atividade presente e importante, mas com baixa produção devido à degradação do solo e das pastagens. Diante disso a Serra Acima vem iniciando várias práticas de recuperação das pastagens e qualificação do manejo através do pastejo rotativo.</p>
<p>A criação a base de pasto tem aumentado a estabilidade e a renda, mantendo a sobrevivência na atividade mesmo em épocas de preço baixo. O sistema de pastejo racional rotativo é a forma mais eficiente de manejo dos pastos e dos animais, tanto nos aspectos da produção e produtividade, como nos aspectos relacionados à sanidade animal e conservação ambiental.</p>
<p><span id="more-356"></span></p>
<p>É um sistema de manejo intensivo, que possibilita um equilíbrio entre os elementos: solo-pastagem-gado. Consiste basicamente na subdivisão das áreas de pastagem em piquetes, onde os animais são manejados permanecendo de um a três dias em cada piquete, de forma que satisfaçam sua necessidade alimentar e saiam antes do rebrote do pasto.</p>
<p>A diversificação das forrageiras e muito importante para a nutrição adequada dos animais, para o equilíbrio do sistema e melhor desenvolvimento da pastagem.</p>
<p>O consórcio de leguminosas com gramíneas, tanto no verão como no inverno é uma condição fundamental, nos vários estágios de desenvolvimento das plantas.As leguminosas aumentam o nível de proteína do pasto, e também fornecem nitrogênio contribuindo no desenvolvimento das gramíneas.</p>
<p>Um bom manejo reduz as enfermidades nos animais, como a mastite; reduz a incidência de vermes; pode eliminar o carrapato. O manejo rotativo não compacta menos o solo. O estercamento no pasto cria o besouro «vira bosta» que ajuda a descompactar o</p>
<p>solo e misturando o esterco com terra ajuda a controlar vermes e moscas.</p>
<p>A divisão dos piquetes normalmente é realizada com cerca elétrica. A disponibilidade de água e a presença de árvores para sombra são aspectos importantes além de aumentar a produtividade e bem estar dos animais.  As árvores podem gerar uma renda extra.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Práticas agroecológicas 07: ÁGUA E AGRICULTURA</title>
		<link>http://www.serracima.org.br/praticas-agroecologicas-07-agua-e-agricultura/</link>
		<comments>http://www.serracima.org.br/praticas-agroecologicas-07-agua-e-agricultura/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 22 Feb 2010 00:42:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Valdemar Arl</dc:creator>
				<category><![CDATA[Boletins]]></category>
		<category><![CDATA[Práticas agroecológicas]]></category>

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		<description><![CDATA[A agricultura convencional necessita de muita água na irrigação, compacta e desestrutura o solo provocando a erosão e causando enxurradas e enchentes. Diminui também a infiltração de água no solo e reduz os lençóis freáticos secando fontes, riachos e rios. Além disso, contamina o solo e a água com agrotóxicos e adubos químicos altamente solúveis. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_343" class="wp-caption alignnone" style="width: 440px"><img class="size-full wp-image-343" src="http://www.serracima.org.br/wp-content/uploads/2010/02/o-ciclo-da-agua.jpg" alt="o-ciclo-da-agua" width="430" height="269" /><p class="wp-caption-text">o-ciclo-da-agua</p></div>
<p>A agricultura convencional necessita de muita água na irrigação, compacta e desestrutura o solo provocando a erosão e causando enxurradas e enchentes. Diminui também a infiltração de água no solo e reduz os lençóis freáticos secando fontes, riachos e rios. Além disso, contamina o solo e a água com agrotóxicos e adubos químicos altamente solúveis. É preciso mencionar ainda que a agricultura convencional aumenta o aquecimento global.</p>
<p>A agricultura ecológica conserva a umidade do solo, pois mantém o solo coberto e estruturado, permitindo a infiltração de água que abastece o lençol freático e mantém as fontes, rios e riachos. Além disso produz alimentos saudáveis e que no seu processo de produção recuperam e conservam a natureza, ajudando a reverter o aquecimento global.</p>
<p>A sua opção de produção e consumo pode ajudar a conservar a água do Planeta Terra.<span id="more-342"></span></p>
<p>A ÁGUA NOSSA DE CADA DIA PARA SEMPRE</p>
<p>A Terra se chama “planeta água” porque 70% de sua superfície está ocupada pela água.</p>
<p>Desta:</p>
<ul>
<li>97,5% é salgada e está nos oceanos;</li>
<li>2,15% é água doce e está congelada nos pólos;</li>
<li>0,35%, também água doce, está nos rios, lagos e sub-solo. Esta é a parte que está disponível ao consumo humano.</li>
</ul>
<p>Porém esta água não está igualmente distribuída no mundo e grande parte já está contaminada pelas atividades humanas e tornando-se imprópria para o consumo.</p>
<p>Cada vez mais regiões que antes não se preocupavam com a disponibilidade de água, agora estão com problemas de abastecimento.</p>
<p>Portanto a questão da água é um dos temas mais atuais e afeta diretamente a vida e a qualidade de vida do ambiente e das pessoas, pois além da sua disponibilidade física direta, influencia também a produção de alimentos.</p>
<p><span style="text-decoration: underline">Atuação da Serra Acima na conservação da água:</span></p>
<p>Todo o trabalho da Serra Acima tem influência positiva sobre a disponibilidade e qualidade de água.</p>
<p>Algumas ações são especificamente relacionadas como a recomposição das matas ciliares e proteções de fontes. Outras também tem influência direta embora o alcance das ações vai para além da questão da água, sendo:</p>
<p>  implantação de sistemas agroflorestais;</p>
<ul>
<li>cobertura dos solos;</li>
<li>correta destinação e reaproveitamanto de dejetos animais e outros  resíduos orgânicos;</li>
<li>não utilização de agrot-óxicos;</li>
<li>recomposição da estrutura e vida do solo;</li>
</ul>
<p>  &#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A formação como estratégia para mudança 09: AS TROCAS DE EXPERIÊNCIA</title>
		<link>http://www.serracima.org.br/a-formacao-como-estrategia-para-mudanca-09-as-trocas-de-experiencia/</link>
		<comments>http://www.serracima.org.br/a-formacao-como-estrategia-para-mudanca-09-as-trocas-de-experiencia/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 30 Dec 2009 13:58:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Valdemar Arl</dc:creator>
				<category><![CDATA[Boletins]]></category>
		<category><![CDATA[Formação]]></category>

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		<description><![CDATA[

Relato de intercâmbio 05: Rede Ecovida de Agroecologia
Em visita de intercâmbio realizado ao Sul do Brasil no início de dezembro, um grupo de agricultores e agricultoras acompanhados por membros da equipe da Serra Acima participaram do Encontro Ampliado da Rede Ecovida de Agroecologia.
Nessa troca de experiência com a Rede Ecovida alguns aspectos são de interesse [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em></p>
<div id="attachment_331" class="wp-caption alignnone" style="width: 440px"><img class="size-full wp-image-331" src="http://www.serracima.org.br/wp-content/uploads/2009/12/visita-ecovida.jpg" alt="intercambio-rede-ecovida-de-agroecologia" width="430" height="323" /><p class="wp-caption-text">intercambio-rede-ecovida-de-agroecologia</p></div>
<p></em></p>
<p><em>Relato de intercâmbio 05: </em><strong>Rede Ecovida de Agroecologia</strong></p>
<p>Em visita de intercâmbio realizado ao Sul do Brasil no início de dezembro, um grupo de agricultores e agricultoras acompanhados por membros da equipe da Serra Acima participaram do Encontro Ampliado da Rede Ecovida de Agroecologia.</p>
<p>Nessa troca de experiência com a Rede Ecovida alguns aspectos são de interesse imediato para a iniciativa na Região de Cunha: a forma de organização, as formas de comercialização e a certificação participativa. <span id="more-329"></span></p>
<p>A Rede Ecovida um espaço de articulação, interação e ações para potencializar o desenvolvimento da agroecologia, como parte na construção de um projeto de sociedade que contemple e respeite a realidade de cada povo e o meio ambiente em que vive.</p>
<p>Assume como objetivos centrais:</p>
<ul>
<li>Garantir a identidade popular e transformadora na continuidade da construção histórica da agroecologia, contemplando aspectos ambientais, sociais, econômicos e culturais;</li>
<li>Responder de forma coletiva e propositiva a desafios concretos, às questões políticas, técnicas e outras, no cenário local, regional, nacional e internacional;</li>
</ul>
<p>Se organiza em 24 Núcleos distribuídos na Região Sul do Brasil e reúne aproximadamente 3.000 famílias de  agricultores familiares ecologistas através de suas organizações de base (grupos, associações, cooperativas, etc.), organizações de assessoria (Ong`s), consumidores e suas organizações e pequenos comerciantes.</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-332" src="http://www.serracima.org.br/wp-content/uploads/2009/12/ecovida-234x300.jpg" alt="ecovida" width="234" height="300" /></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A formação como estratégia para mudança 08: AS TROCAS DE EXPERIÊNCIA</title>
		<link>http://www.serracima.org.br/a-formacao-como-estrategia-para-mudanca-08-as-trocas-de-experiencia/</link>
		<comments>http://www.serracima.org.br/a-formacao-como-estrategia-para-mudanca-08-as-trocas-de-experiencia/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 30 Dec 2009 13:07:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Valdemar Arl</dc:creator>
				<category><![CDATA[Boletins]]></category>
		<category><![CDATA[Formação]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.serracima.org.br/?p=323</guid>
		<description><![CDATA[
 

 

Relato de intercâmbio 04: Sistemas agroflorestais e agricultura familiar no Estado do Paraná e Santa Catarina
No início de dezembro um grupo de agricultores e agricultoras acompanhados por membros da equipe da Serra Acima visitaram algumas experiência junto à Rede Ecovida de Agroecologia nos Estados do Paraná e Santa Catarina.
Destaca-se neste intercâmbio a visita aos sistemas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><em></em></div>
<p> </p>
<p><em></p>
<div id="attachment_324" class="wp-caption alignnone" style="width: 440px"><img class="size-full wp-image-324" src="http://www.serracima.org.br/wp-content/uploads/2009/12/visita-agrofloresta-cooperafloresta-rede-ecovida.jpg" alt="visita-agrofloresta-cooperafloresta-rede-ecovida" width="430" height="323" /><p class="wp-caption-text">visita-agrofloresta-cooperafloresta-rede-ecovida</p></div>
<p> </p>
<p></em></p>
<p><em>Relato de intercâmbio 04: </em><strong>Sistemas agroflorestais e agricultura familiar no Estado do Paraná e Santa Catarina</strong></p>
<p>No início de dezembro um grupo de agricultores e agricultoras acompanhados por membros da equipe da Serra Acima visitaram algumas experiência junto à Rede Ecovida de Agroecologia nos Estados do Paraná e Santa Catarina.</p>
<p>Destaca-se neste intercâmbio a visita aos sistemas agroflorestais junto à Cooperaflorasta, em Adrianópolos/PR e Barra do Turvo/SP.<span id="more-323"></span></p>
<p>Associação dos Agricultores Agroflorestais de Barra do Turvo e Adrianópolis, fundada em maio de 2003, como resultado da organização de famílias agricultoras agroflorestais dos municípios de Barra do Turvo (SP) e Adrianópolis (PR), na Região do Vale do Ribeira. Atualmente, é composta por 14 grupos envolvendo 83 famílias agricultoras, das quais 85% vivem em comunidades quilombolas. As condições sociais e ambientais presentes na realidade da Cooperafloresta são muito semelhantes à realidade de social e ambiental da Região de Cunha, sendo que esta experiência já se iniciou a mais tempo sendo possível a visualização dos resultados obtidos tanto nos aspectos ambientais, sociais e econômicos. Veja alguns dados sistematizados a seguir:</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-325" src="http://www.serracima.org.br/wp-content/uploads/2009/12/resultados-cooperafloresta.jpg" alt="resultados-cooperafloresta" width="430" height="402" /></p>
<p>Também foram visitadas experiências de agricultores familiares na Lapa/PR e Porto União/SC, onde destacava as hortas agroecológicas e a comercialização em feiras livres, outra condição semelhante às iniciativas realizadas em Cunha e Região. Visualizou-se especialmente o manejo nas hortas e equipamentos desenvolvidos para facilitar o trabalho.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Práticas agroecológicas 06: RECUPERAÇÃO DE MATAS CILIARES JUNTO A AGRICULTORES FAMILIARES</title>
		<link>http://www.serracima.org.br/praticas-agroecologicas-06-recuperacao-de-matas-ciliares-junto-a-agricultores-familiares/</link>
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		<pubDate>Tue, 22 Dec 2009 21:25:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Valdemar Arl</dc:creator>
				<category><![CDATA[Boletins]]></category>
		<category><![CDATA[Práticas agroecológicas]]></category>

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		<description><![CDATA[As matas ciliares são importantes na proteção dos rios e fontes, pois funcionam como os “cílios dos olhos”, e evitam a entrada de terra ou poluentes e o desbarrancamento. Mas é muito importante cuidar de todo o ambiente, especialmente onde ocorre a infiltração de água no solo que vai abastecer as fontes, que sustentam os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_320" class="wp-caption alignnone" style="width: 440px"><img class="size-full wp-image-320" src="http://www.serracima.org.br/wp-content/uploads/2009/12/curso.JPG" alt="curso-modular-formacao-monitores" width="430" height="323" /><p class="wp-caption-text">curso-modular-formacao-monitores</p></div>
<p>As matas ciliares são importantes na proteção dos rios e fontes, pois funcionam como os “cílios dos olhos”, e evitam a entrada de terra ou poluentes e o desbarrancamento. Mas é muito importante cuidar de todo o ambiente, especialmente onde ocorre a infiltração de água no solo que vai abastecer as fontes, que sustentam os riachos e rios.</p>
<p>Foi realizado na Região de Cunha, processo de capacitação e organização para recomposição das matas ciliares.<span id="more-319"></span></p>
<p>Esta iniciativa se realizou sob as seguintes estratégias e ações:</p>
<ol>
<li>Envolvimento de 04 associações comunitárias (150 famílias) e seleção de 04 áreas demonstrativas em recuperação de matas ciliares aliada a um plano de conversão agroecológica de propriedades rurais que servem de URIs (Unidades de Referência e Irradiação) de propostas sustentáveis para a Mata Atlântica; </li>
<li>Execução de um plano de capacitação continuada de formação de agricultores, com ênfase na participação de jovens (monitores comunitários) em recuperação e restauração ecológica da Mata Atlântica e Agroecologia, este, consistiu na capacitação de 30 jovens que passaram a atuar como monitores comunitários, agentes irradiadores da proposta agroecológica na região;</li>
<li>Estas URIs (Unidades de Referência e Irradiação), passaram a ser acompanhadas e monitoradas.</li>
</ol>
<p>Este processo se encontra hoje em momento de avaliação e revisão metodológica.</p>
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		<title>Práticas agroecológicas 05: SISTEMAS AGROFLORESTAIS</title>
		<link>http://www.serracima.org.br/praticas-agroecologicas-05-sistemas-agroflorestais/</link>
		<comments>http://www.serracima.org.br/praticas-agroecologicas-05-sistemas-agroflorestais/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 22 Dec 2009 16:52:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Valdemar Arl</dc:creator>
				<category><![CDATA[Boletins]]></category>
		<category><![CDATA[Práticas agroecológicas]]></category>

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		<description><![CDATA[As árvores são grandes aliadas do clima, conservação da água e berço da biodiversidade, além de produtoras de energia renovável e madeira. Mas são, principalmente, grandes produtoras de alimentos. Várias espécies nativas como a pupunha, a araucária e outras podem produzir, por área, mais que a soja ou outras culturas anuais de grãos. Outra grande [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_311" class="wp-caption alignnone" style="width: 440px"><img class="size-full wp-image-311" src="http://www.serracima.org.br/wp-content/uploads/2009/12/sistema-agroflorestal.jpg" alt="exemplo-sistema-agroflorestal-5-anos-de-idade" width="430" height="350" /><p class="wp-caption-text">exemplo-sistema-agroflorestal-5-anos-de-idade</p></div>
<p>As árvores são grandes aliadas do clima, conservação da água e berço da biodiversidade, além de produtoras de energia renovável e madeira. Mas são, principalmente, grandes produtoras de alimentos. Várias espécies nativas como a pupunha, a araucária e outras podem produzir, por área, mais que a soja ou outras culturas anuais de grãos. Outra grande vantagem é que as árvores não precisam ser plantadas todos os anos, é só cuidar e o manejo é muito simples, também não corre muitos riscos com secas ou excessos de chuva.</p>
<p>Até o momento foram implantados dois sistemas agroflorestais nos Bairros, estes estão despertando interesses e servindo de referência. Foram iniciadas ainda diversas outras práticas de sistemas agroflorestais, especialmente no trabalho de recuperação das matas ciliares. Um SAF é a estratégia traçada pela Serra Acima para garantir simultaneamente a recuperação de espécies florestais nativas com a geração de renda (monetária e não monetária), resultando na produção de alimentos diversificados na mesma área de plantio.<span id="more-310"></span></p>
<p>Agrofloresta é a integração e interação entre preservação<em>/ </em>conservação, recuperação e produção. Em sistemas agroflorestais é possível programar e tornar uma floresta altamente produtiva. Para isso é importante potencializar a produção das árvores nativas locais, e introduzir algumas espécies de outras regiões que se adaptam às condições locais. As agroflorestas são sistemas agroecológicos altamente desenvolvidos e sustentáveis.</p>
<p><strong>Princípios da Agrofloresta</strong></p>
<p><em>a)      </em><em>Sucessão Vegetal</em></p>
<p>A <em>AGROFLORESTA </em>é uma das formas mais eficientes para <em>recuperar ambientes</em> já degradados, <em>reconstruir a </em>fertilidade natural do sistema e retomar a evolução. Uma evolução que começa com capins e herbáceas, passa pelas capoeiras, chegando às florestas.  </p>
<p><em>b)      </em><em>A Biodiversidade de Espécies</em></p>
<p>A diversidade de espécies nos sistemas (plantas, microorganismos, insetos, animais, etc.) é fator fundamental para sua própria sustentação e continuidade.</p>
<p><em>c)       </em><em>Proteção do solo e prevenção da erosão</em></p>
<p>Cada <em>gota de água de chuva</em> quando cair direto no solo <em>vai causar erosão</em>. A erosão leva terra para o fundo dos rios fazendo com que eles tenham menos água e menos peixes.</p>
<p>A erosão leva embora também as sementes e os nutrientes (Nitrogênio, fósforo, cálcio, potássio&#8230;), além de compactar o solo. Assim, a erosão vai diminuir a produção da lavoura.</p>
<p><em>d)      </em><em>A Fertilização Natural dos sistemas</em></p>
<p>A natureza levou milhares de anos para construir a fertilidade que deu início a nossa agricultura. Os “solos de mata”<span style="text-decoration: underline"> </span>eram férteis e rendiam <em>boas </em>produções, sem “inços”, pragas ou doenças. Uma prova da capacidade de recomposição da fertilidade natural era o sistema de pousio com capoeiras, seguidas de novos cultivos.</p>
<p>A produção de folhas, galhos e outros materiais (biomassa) alimentam e <em>aumentam a vida</em> no solo. Assim, ao passar dos tempos vai aumentando a fertilidade natural e a bio- estrutura do solo.</p>
<p>A implantação de um sistema agroflorestal pode se dar em diversas situações e condições. Nas lavouras ou pastagens ou pomares, com o plantio gradativo de plantas para produção de biomassa e árvores, nas entrelinhas, junto com as culturas ou pastagens. Quando for em capoeira, inicia-se com uma roçada seletiva e implantação de outras espécies desejadas. Quando numa situação já de floresta, realiza-se desgalhamentos, roçada seletiva, e implantação de novas espécies.</p>
<p>                A agrofloresta é um sistema de produção que vem se mostrando muito adequado à realidade e condições da agricultura familiar. São excelentes os resultados das experiências que já estão em andamento em várias experiências, em diversas condições e climas nas diversas regiões do e da América Latina.</p>
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